O Sindicato das Indústrias de Tecelagens de Americana, Nova Odessa, Santa Bárbara D’Oeste e Sumaré - SINDITEC foi fundado em 10 de fevereiro de 1989, quando elegeu sua primeira Diretoria. Foi registrado no Ministério do Trabalho em 10 de março de 1990. Naquela época, a Ministra do Trabalho era Dorothea Werneck.
Pouco tempo depois, o sindicato foi surpreendido por uma ação judicial, movida pelo Sinditextil, pedindo a impugnação do Sinditec.
Esse entrave durou aproximadamente 10 anos e foi resolvido em 2001.
A idéia de criar o SINDITEC nasceu no Departamento Têxtil da Associação Comercial e Industrial de Americana- ACIA, por volta de 1985, quando os empresários têxteis se reuniram para resolver o problema da falta do fio de acetato, produzido pela Rhodia, que estava encerrando a produção deste material.
Os empresários decidiram importar diretamente o fio de acetato por meio de uma entidade de classe, que os representasse. Assim, foi fundado o SINDITEC.
Outra questão importante, que motivou a fundação do sindicato, foi a necessidade de as empresas da região tornarem-se independentes do Sindicato de São Paulo, trazendo as decisões do setor para Americana.
O primeiro presidente do Sinditec foi Angelino Raymundo Fortunato, eleito para o mandato de 1989 a 1993.
O segundo presidente foi. Joesel Spagnol, com mandato de 1994 a 1997.
O terceiro presidente foi Mário Zocca, com mandatos de 1997 a 2000 e de 2001 a 2005
O presidente atual é Fábio Beretta Rossi, com mandato de 2005 a 2009
O SINDITEC representa cerca de 600 indústrias têxteis.
O setor emprega aproximadamente 30 mil trabalhadores e tem uma produção estimada de 130 milhões de metros por mês
Momento marcante: destaque nacional
Com a abertura comercial do mercado brasileiro para a economia mundial, promovida pelo Governo Collor de Mello, o país passou a sofrer com a importação indiscriminada dos produtos têxteis. Entre 1993 e 1995, tivemos uma redução significativa de indústrias, enorme taxa de desemprego e diminuição da produção de tecidos. Em função disso, o SINDITEC, no dia 18.de maio de 1995 promoveu, em Americana, um grande movimento contra a importação de tecidos importados da Coréia. O movimento iniciou-se na Praça Comendador Muller e terminou na Rodovia Anhanguera, com a presença da tropa de choque do Comando da Policia Militar em Campinas, que reprimiu violentamente a ação dos empresários, trabalhadores, do prefeito municipal de Americana, à época, Frederico Pólo Muller, do presidente da Câmara Municipal de Americana, dentre outros manifestantes.
A partir desta data, o movimento em defesa da indústria têxtil, liderado pelo SINDITEC, cresceu cada vez mais e mobilizou a sociedade em torno desta causa.
